terça-feira, 13 de maio de 2014

Meu parto e o de Linda

Tudo começou há nove meses, quando eu vi aquelas duas listrinhas rosas no teste de farmácia feito numa manhã de domingo no banheiro de casa.. a partir dali eu sabia que minha vida ia mudar para sempre e radicalmente. O medo me invadiu de imediato, mas a curiosidade de levar uma gravidez adiante fazia meu coração palpitar de emoção e alegria, digaê! Lydi Pink mãe!!

 Não foi fácil, mas também não foi difícil, afinal eu sou mulher de 29 anos, engenheira florestal, emancipada e independente (hehe) e contar para família e para os amigos só fortaleceu o sentimento de que esse bebê ia ser a melhor coisa que já tinha acontecido na minha vida *__*

 Após os impactos sociais e interações familiares e profissionais, chegou o momento de cuidar da saúde, comecei a tomar as vitaminas, me exercitar e começar a pensar em como seria o parto.. Essa foi a parte difícil.

 Meu primeiro pré-natal foi num postinho perto de casa, o serviço público de saúde é realmente lamentável, iniciei em setembro e só consegui uma consulta com obstetra em novembro! Após dois meses de espera, ele falou comigo durante 40 segundos e me dispensou com mil dúvidas na cabeça!! Depois desse episódio resolvi pagar um pré-natal particular, na segunda consulta a médica avaliou a ultrassom e disse – ela nasce em abril, você vai marcar a cesárea para que dia?

Como assim?? Eu quero parto natural!!!

 E depois de pesquisar e muito conversar com amigas grávidas e mães, descobri a equipe do parto natural humanizado da UEA e conheci a Lucy, que se tornou além de minha doula, minha amiga! Foi ela quem me apresentou ao Gabriel, obstetra responsável pelo parto domiciliar. Lucy também pariu suas duas filhas em casa, inclusive a mais nova passou pela mão dessa mesma equipe. A ideia de parir a Linda em casa era simplesmente mágica! Imagina!! Ter meu bebê em casa, com a família, num ambiente íntimo, particular, sem aquela pressão de maternidade, sem intervenção hospitalar, sem enfermeiras malvadas, sem médicos invasivos..

 A principio minha família foi contra, disseram que eu era louca, que eu ia matar minha filha, minhas amigas mais queridas me perguntaram por que eu, esclarecida, estudada, com pós-graduação, ia me submeter a um parto normal?? Se hoje a medicina está aí pra poupar nós mulheres desse sofrimento??

A partir daí, não era apenas meu parto, era toda uma realidade obstétrica brasileira, os conceitos e preconceitos, a ignorância limitando a informação, o veto ao poder de escolha de mulher, de dizer onde quer parir e como quer parir seu bebê. Hoje no Brasil mais da metade dos partos realizados são por cirurgia cesariana, muitas das vezes desnecessária.

Claro que existem mulheres que escolhem por vontade própria, esse método (hostil) de terem seu bebê, talvez por falta de informação suficiente, ou por medo da “dor” da parto natural (salvo as que REALMENTE precisam fazer a cesária), mas a maioria esmagadora é enganada por médicos, que usam de mitos para incentivar uma intervenção cirúrgica apenas para facilitar o trabalho deles.

 VEJA AQUI AS VANTAGENS DO PARTO NATURAL HUMANIZADO http://www.gestantevita.com.br/index.php/vantagens-do-parto-humanizado/

 Levantando essa bandeira, da Liberdade para Parir, conheci outras guerreiras que como eu, se indignaram com esse desrespeito, se cansaram de ver caladas a violência obstétrica se tornar cada vez mais comum, chegando ao ponto de serem tomadas como verdade!

 Dessa forma fui contra tudo e contra todos e continuei insistindo em ter meu bebê em casa, como a bisa, a vovó e a mamãe tiveram! A jornada mágica dessa transgressão começou na manhã de sábado de aleluia, 19 de abril.

Por volta das 6h, perdi meu tampão mucoso e as contrações começaram, primeiro irregulares e depois de 2 em 2 min, fiquei muito animada, porque indicava que Linda estava para chegar!

Mamãe e eu preparamos tudo com muito amor, enchemos a piscininha de plástico (porque eu queria parto na água), ligamos o abajur da aromaterapia, botei o pink floyd pra tocar, liguei pra Lucy e pro Gabriel e comecei a rebolar e me concentrar nas contrações com ajuda da minha irmã e do meu cunhado.

Depois de 23h de trabalho de parto, contrações ora intensas, ora leves, banhos quentes, massagens.. consegui dilatar apenas 5cm, fiquei desanimadíssima, eu tinha me envolvido tanto no processo que não tinha observado os sinais: as contrações não eram as reais e sim de treinamento (só que mais fortes), eu não estava dilatando porque o tampão mucoso não tinha descido todo, eu fiquei tão ansiosa querendo minha Linda que quando as contrações de verdade começaram (lá pelas 2 da manhã) eu ja estava exausta, até que às 6 da manhã do domingo eu joguei a toalha e desisti.

 O obstetra disse que nós duas estávamos bem, a bolsa não tinha rompido, a membrana estava íntegra e Linda segura, e que provavelmente tinha acontecido foi bloqueio psicológico, e eu tinha duas escolhas : ir pra maternidade e tomar os remédios que aceleram a dilatação e continuar no trabalho de parto por mais 5h, tendo o risco de passar por uma cesariana alegando “não ter passagem”’, ou ficar em casa, descansar e esperar pra ver como o processo evolui naturalmente. Então resolvi dá mais um tempo antes de pedir intervenção hospitalar.

Dormi um pouco e acordei melhor com contrações bem fraquinhas mas regulares de 1 em 1h e com muita fome! recebi visitinhas das amigas que me deram muito apoio e conforto. Fiquei com muito muito medo de ter tomado a decisão errada, mas lendo alguns artigos que minha irmã me mostrou, vi que é super normal em partos naturais, a mulher ficar exausta e o corpo pede pra parar, fazendo as contrações diminuírem dando sinais que precisa de um tempo pra se re-energizar. E que eu tinha que aproveitar a vantagem de estar em casa e descansar mesmo, comer, rir, me despedir da minha barriga, tirar muitas fotos!!

 Ganhei mais ânimo e senti que tudo ia dar certo, percebi que o tempo era da Linda e não meu e que cada parto é único, que eu não deveria me preocupar com dilatação nem a dor, que eu tinha q deixar fluir. Fiquei presa ao tempo e somatizei muito as dores das contrações, isso me distraiu do objetivo de tudo aquilo, que era receber Linda Luz!

No fim da tarde as contrações estavam mais fortes e irregulares, e toda vez que ia ao banheiro percebia que havia perdido um pouco do tampão mucoso. Mamãe me orientou a deitar de lado e relaxar. De noite, lá pelas 9h, eu já estava meio sonolenta mas quando as dores vinham eu tinha que respirar fuuundoo, agora já era minha irmã quem controlava o tempo. Fui do sofá da sala, pra uma cama no quarto que preparamos para a chegada da Linda.

Para mim, as dores estavam iguais e eu pensava que dormia profundamente no intervalo entre elas, minha irmã me contou depois que estavam vindo de 3 a 4 contrações em 10 min. Então às 5 da manhã da segunda-feira, a bolsa estourou! E eu entrei em pânico!! Nem tinha doído taaantoo assim! Será que tava tudo normal?? Ela já ia nascer???

Nessa onda de desespero, minha irmã olha pra mim e diz – está tudo bem, Linda tá chegando! Vamos tomar um banho?

Amor e respeito! É disso que nós mulheres precisamos e merecemos num momento como esse!

 Eu sentia uma cólica muito muito forte, chegava a ser alucinógena, sentia minha barriga endurecer, como se fosse explodir, eu sentia á agua quente correr pelo meu corpo, e sentia Linda descer. Saí do banheiro meio grogue, eu não podia parar aquilo, a dor vinha e ia muito rápido, eu não raciocinava, minha irmã me secou e colocou a parte de cima do biquíni, fui pra sala e me pendurei na rede, a dor vinha e eu segurava forte pra não cair no chão, mamãe foi trocar a água da piscina e minha irmã ligou pra Lucy e Gabriel de novo.

 A dor vinha e eu sentia um osso abrir, Linda descia e eu gritei, pela primeira vez em 12 horas, - ela vai nascer! Vai nascer aqui! Vou parir ela aqui em pé, na sala! Mãe!!

Mais uma vez a voz de desespero, mas eu não estava desesperada, eu estava firme, eu sabia que estava acontecendo, eu estava parindo.

 Minha irmã mais uma vez interviu – nãaao, ainda não, ainda falta um pouquinho, vamos andar, vamos lá pra piscina! Como assim não era aquilo ainda?? Mais tarde descobri que essa era a fase das 7 aos 9cm, a chamada fase da covarde.

 Segui para a piscina, não lembro direito do que aconteceu, nem a sequencia exata, porque eu saí do meu corpo, as contrações não estavam vindo em intervalos, elas apenas existiam, eu ouvia as vozes da Lucy e do Gabriel, via sombras, me perguntavam que música eu queria ouvir? E mamãe tentando prender meu cabelo. Até que Gabriel disse – Lydi, você tem que virar , eu estava em 4 apoios, apoiada com a cabeça no colo da mamãe e nessa posição não daria pra ver a bebê.

Virei. Mamãe segurando uma perna e minha irmã a outra, que insistiam em tremer e fechar. O que eu sentia não era dor, era fogo. O famoso círculo de fogo. A cabeça de Linda queimava, e o contato com a água fazia tudo aquilo fumegar. Não sei quanto tempo isso durou, porque eu não estava lá, eu não era uma pessoa, eu era um bicho, toda arreganhada, exausta e no terceiro dia de trabalho de parto.

Fiz só uma força a mais, não era uma foooorçaa, era mais uma entrega, eu me joguei e sem gemer nem gritar, Linda Luz saiu!

 Só lembro de alguém tirando ela da água e colocando no meu seio, eu olhei pra ela, alucinada ainda e voltando pro meu corpo, olho nos olhos e disse – oi gatinha! E ela chorou e eu imitei. Ficamos muito tempo assim, sentindo ela comigo e ela me sentindo, ela me olhava! Geentee que olho!!! Eu desacreditava que aquele era meu bebê e que eu tinha conseguido! Tudo tinha passado, a ansiedade, o medo... o círculo ainda queimava, mas bem menos, a placenta saiu inteira, o umbigo foi cortado após parada total da circulação sanguínea e não precisei levar nenhum ponto!

 Linda Luz nasceu às 6 e meia da manhã de uma segunda-feira ensolarada no dia 21 de abril, com 3 kg e 50 cm!

terça-feira, 25 de março de 2014

Dividindo o torrone

Há tempos que venho tentando evitar esse assunto. Pra todo mundo eu digo que tá tudo bem, que eu sou foda, que é melhor assim. E tá funcionando, porque eu acredito muito no que eu falo!

"Ter um filho é a melhor coisa que poderia ter acontecido na sua vida", eu ouço todo mundo dizer isso. Meus orientadores, meus pais, minhas amigas caretas..tá certo, eu tô começando a acreditar mesmo que estar grávida foi a melhor acidente que me poderia ter acontecido e que o nascimento dessa criança vai mudar minha vida para melhor.
Mas, o que acontece é o depois, é a responsa de cuidar dela, é o frio na barriga quando a gente desce essa montanha russa.

Ela é só minha. MInha filha. Minha responsabilidade. Diária e eterna. Pensar nisso é que me aflige. Pois aí está o assunto que venho evitando: os outros 50% desse DNA. Agora a hora está próxima, daqui a pouquinho meu bebê vai estar neste mundo e vai ter só um par de olhos olhando pra ela nessa hora - os meus.

Quando a gente é jovem, pensa que quando for rolar de ter um filho vai ser com aquele alguém especial. De todos os namorados que tive (5), só com um deles eu quis ter um bebê, porque pensei que ele seria um bom pai e nunca ia me abandonar, essas coisas que meninas com vinte e poucos anos imaginam.. Mas o pai da Linda Luz não foi meu namorado, não foi meu amigo, não foi ninguém especial. Ele foi um vacilo. 
A princípio nós achávamos que íamos dar conta, mas o tempo só revelou que o vacilo só piorava e o fim foi inevitável. Hoje ele é apenas esses 50% do DNA e nem o sobrenome dele a Linda terá..

Taí outro assunto que me consumia por dentro. Como eu vou explicar pra ela, que ela é só Bastos? Que ela não tem pai? Como eu vou dá conta de criá-la sozinha? E se perguntarem na escola por que o pai dela não foi pra festinha do dia dos pais? Algumas dessas perguntas eu já tenho que responder agora estando grávida, imagina depois!

Hoje eu chorei, fiquei triste por não dar uma família pra ela. Uma família dessas de comercial de margarina. Pedi desculpas dela, por ser uma vadia que trasou com um carinha que sumiu depois que a "porra ficou séria", porque convenhamos, não vale à pena confiar nesses caras que dizem que vão te ajudar, que tudo vai ficar bem, que mesmo que vocês não continuem juntos ele vai assumir a criança.. porque não vai.. porque o tempo passa e ele some.. daí fica só você com um bebê na barriga..

A parte boa de tudo isso é sentir ela dentro de mim, é arrumar as coisinhas dela, é sentir o perfume de bebê que ela ganhou, é olhar pro berço ainda vazio e imaginar cada pedacinho do corpo dela, como vai ser o cabelo, os olhos, a boca, o narizinho.. É imaginar ela já grande, chegando da escola toda suja de tinta com uma obra de arte nas mãos, agitando os bracinhos e dizendo que me ama.. É pensar nela cientista, bailarina, médica, professora, engenheira florestal (por que não??).. é vê-la feliz, feliz e feliz e sentir que no fim tudo deu certo, que eu consegui.. que eu consigo sim dá conta dela, mesmo SOZINHA!

Porque afinal, como diz na tirinha - Repartir é morrer é um pouco! e MINHA Linda, eu não divido com mais ninguém!!!

;D





















segunda-feira, 18 de junho de 2012

2012

Lydi PinkCuidado com o que deseja! não é assim que dizem? Faz tempo que venho tendo essa sensação.. esse medo das coisas darem certo.. esse auto boicote.. esse ser ou não ser..
E quando as coisas dão certo eu lembro que o normal é que isso aconteça mesmo! Por que somos condicionados a sermo tristes? a ser dificil? a ser sofrido?
Eu to vendo que tudo o que eu quis eu tive, eu tenho e daí percebo que daí quero mais, quero outra coisa e a insatisfação pulsa..

POrra! eu devo ser a filha preferida de Deus, porque não importa o que eu façaq, sempre dá certo!
E Eu agradeço, muito obrigada força misteriosa!

Vai ver que conheci a verdade, conheci o segredo da Vida!
o Misterio da Vida é o seguinte, pensamento e vibrações são reais e exercem forte poder sobre o destino da gente e de outras pessoas. Sim é verdade, pensamento é poder! Por isso é sempre importante direceioná-lo para as coisas boas e positivas. Vibrações negativas devem ser evitadas logo que notadas. Repudiar comportamentos baseados em pré-julgamentos também.

Quando criamos esse campo positivo ao nosso redor a chance de coisas ruins acontecerem são minimas. Por isso nosso poder de escolher fica fácil quando todas as opções são boas, já que nosso campo atrai só as coisas positivas para nós.Se nós colocarmos essa verdade em nossos corações, tenha certeza que tudo na sua vida vai começar a se encaixar e as chances de voce errar serão raras. A felicidade será normal e comum de se viver.

A historia conta apenas uma Verdade: Amar e fazer o BEM.
O primeiro passo é evitar o mal e saber pensar positivo ajuda muito nesse processo. E que na vida o caminho percorrido nesse primeiro passo é eterno porque o aprendizado é irmão da insatisfação. Mas a beleza da natureza é o presente de Deus para alegrar nossas almas nessa jornada que é a VIDA!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

na estrada

2011 foi o ano em que todos os meus sonhos viraram realidade!

nao sei se hoje eu teria metade da coragem q eu tinha no mesmo periodo o ano passado, mas eu ainda tenho f'e e resistencia fisica, por isso la vou eu de novo, agora um pouco mais p'e no chao, afinal eu tenho o INPA e portanto, algo a perder..

sim,passei!!

jah foi generoso comigo e me deixou voltar pra casa dessa vez, depois de dois longos anos de exilio em terrras lindas de ondas cintilantes, volto pra minha floresta amazonica, cheia de historias pra contar e paisagens exuberantes para lembrar.

feliz 2012 e que todos nos tenhamos um final feliz =)

role do finde ano, deserto do jalapao, a novidade e que talvez dessa vez seja acompanhada =)))

terça-feira, 1 de março de 2011

Devaneios


Tudo tá passando tao rápido... acontecendo tão depressa... já está ficando fora de controle. Cada vez mais evidente a expansão da camada de orgônio, antigamente as pessoas mais sensiveis quando sentiam o orgônio pulsar eram ditas loucas e internadas em hospícios imudos pelo resto das sua vidas... hoje a sensação é coletiva e os céticos é que são ignorants postos de lado.
hj eu peguei um ônibus em João Pessoa e me senti em Manaus, me senti em casa, lembrei das coisas que eu pensava quando eu pegava o ônibus lá e isso me acalmou. Não preciso ter medo, é um novo capítulo do livro e tudo vai dar certo.
Já está dando.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Vida!


enfim a 2011 começa a fazer sentido na minha vida, depois de tanto andar procurando o improcuravel me achei perdida perambulando pelas ruas limpas de joao pessoa.
essa viajem esta sendo uma viagem! senao a maior pelo menos a mais importante no momento para mim..
conheci vales encantados, montanhas magicas, prais de ondas cintilantes e pessoas extraordinarias pelo caminho e ainda por cima reconheci uma lydi colacando as asinhas pra fora da crisalida, perdida e achada.. pra cada uma pessoa ruim no mundo existem duas boas =) de verdade!

enfrentei a pior depressao para mim, perdi tudo q eu amava num piscar de olhos, por isso q caminhar foi muito bom para mim.
enfrentei uma crise de criancice com a adultice e agora percebo pq q tudo isso acontece.

é verdade qnd dizem q quando vc quer muito alguma coisa o universo todo conspira a seu favor.
no dia q eu soube do show do manu chao aqui em Jampa, eu disse pra Lara - eu tenho certeza q o show do manu chao vai mudar minha vida.
eu lembrei q antes da cleo sair de maringa, ela disse - lydi vc vai conhecer manu chao nessa viagem.
poise irma, ele beijou minha mao, olhou nos meu olhos e naquela hora eu senti minha vida mudar, meu sofrimento cessar e minha alma se encher de felicidade!!!!

assim q nos chegamos aqui tudo, exatamento tudo começou a dar certo, agnt conseguia tudo, garotos, aditivos, abrigo, tudo muito facil e ate hj é isso =)
foi assim q eu consegui o trampo!
de bobeira, assim , a pag do site estava simplesmente aberta na minha frente no pc, eu li e gostei e tudo deu certo!

conclui que quando eu resolvi tocar foda-se na minha vida, foi quando tudo começou a dar certo :)